O mercado de turismo cultural cresce 37% ao ano. Mas 80% da riqueza viaja para os mesmos 1% dos destinos. O Raízes Culturais IA existe para inverter essa equação.
Enquanto a demanda global por turismo autêntico explode, a oferta digital continua presa a poucos destinos-vitrine.
dos municípios brasileiros concentra 80% do fluxo turístico nacional.
comunidades tradicionais brasileiras estão fora do ecossistema digital de turismo.
mercado endereçável de turismo cultural digital no estado de SP (TAM).
dos turistas buscam experiências autênticas, mas não encontram ferramentas para acessá-las.
Cada camada do funil representa uma fatia da economia da experiência que hoje escapa dos territórios que a produzem.
Turismo cultural digitalizado no Brasil — usuários dispostos a reservar experiências comunitárias via plataforma.
Plataforma SaaS + protocolo aberto que conecta viajantes, comunidades e gestores públicos com rastreabilidade radical.
Motor RAG que cruza acervos culturais, agenda de festas populares e perfil do viajante para gerar roteiros únicos.
Split on-chain 85/10/5 (comunidade / plataforma / fundo cultural) auditável em tempo real.
POAPs de presença que transformam turistas em embaixadores e destravam economia circular.
Sincronização diferida — funciona no sertão, no quilombo, no ribeirinho — sem depender de 4G.
MVP funcional operando com 3 comunidades piloto (Vale do Ribeira, Chapada dos Veadeiros e Lençóis Maranhenses), com contratos smart auditados e primeiros roteiros validados.
Não somos mais um marketplace. Somos a camada de confiança entre viajante e território.
Cada real gasto é auditável. Split automático protege a comunidade contra intermediação predatória.
Fundadores com histórico em economia criativa, políticas públicas de cultura e engenharia de sistemas distribuídos.
Compatível com Rouanet, PNAB, Fomento Estadual e programas de turismo sustentável do MTur.
Cada roteiro reservado direciona 85% da receita para o território — e gera dado auditável de impacto para gestores públicos.
Redistribuição de renda, preservação de saberes tradicionais e formalização de guias comunitários com renda recorrente.
Combate à concentração turística e ao extrativismo cultural — quando o território vira cenário sem receber pelo protagonismo.
Meta 2030: 500 comunidades ativas, 200 mil viajantes com Passaporte Cultural e R$ 180 milhões redistribuídos.
Evidências reais de mercado, comunidade, academia e poder público em torno da tese.
Protótipo funcional em produção com auth, wallet on-chain, split automático e roteirizador cognitivo operando end-to-end.
Cartas de interesse assinadas por lideranças de 10 comunidades tradicionais — quilombolas, caiçaras, ribeirinhas e indígenas.
Pesquisa qualiquantitativa: 94% de intenção de uso e 87% dispostos a pagar prêmio por experiências rastreáveis.
Benchmarking cobrindo marketplaces globais e locais. Zero soluções combinando IA curatorial + Web3 + turismo de raiz.
Cartas de apoio institucional de municípios paulistas comprometidos com descentralização turística e economia criativa.
Parcerias acadêmicas em andamento para pesquisa aplicada em IA cultural, RAG multimodal e economia de dados patrimoniais.
A operação nasce em São Paulo, com territórios estrategicamente distribuídos por biomas e perfis culturais complementares.
Um mix diversificado que blinda o negócio contra dependência de um único canal — e escala com o ecossistema.
20% de comissão sobre cada experiência reservada. Escala com GMV.
Cada perfil encontra uma proposta específica dentro do Raízes — do capital ao território, passando pelo elo distribuidor.
Seja um investidor, parceiro ou comunidade — há um lugar para você no Raízes.