Três motores integrados — IA generativa, protocolo Web3 e RAG para gestão pública — sustentam a plataforma. Cada peça foi desenhada para ser auditável, escalável e reproduzível em qualquer bioma cultural do Brasil.
Algoritmos preditivos combinam perfil psicográfico do viajante com dados abertos de capacidade de carga por município (IBGE, IPHAN, ICMBio). O sistema evita saturação em polos massificados e redistribui fluxo para comunidades detentoras de saber.
QR Codes emitidos na ponta pelo anfitrião gravam registros on-chain da presença física do turista em comunidades isoladas — impossíveis de forjar, auditáveis por qualquer parte.
A IA lê PDFs, planilhas e portais antigos de secretarias de turismo, extrai entidades e alimenta o painel analítico das prefeituras via busca vetorial + LLM.
Um assistente funcional que demonstra o motor cognitivo em produção — mesma lógica que roda no sistema privado.
Reprodutível, auditável e alinhada aos critérios de maturidade técnica do edital Centelha.
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